Um volume puro, branco, quase abstrato, pousa sobre o terreno e procura a paisagem.
A arquitetura reduz-se ao essencial: espaço, matéria e luz.
Os muros protegem. As aberturas enquadram. A luz constrói o interior ao longo do dia.
A casa organiza-se entre cheios e vazios, entre a intimidade dos pátios e a amplitude do horizonte. Os espaços habitáveis prolongam-se para o exterior através de grandes planos de vidro, dissolvendo o limite entre dentro e fora.
A matéria é serena. O branco recebe a…
Um volume puro, branco, quase abstrato, pousa sobre o terreno e procura a paisagem.
A arquitetura reduz-se ao essencial: espaço, matéria e luz.
Os muros protegem. As aberturas enquadram. A luz constrói o interior ao longo do dia.
A casa organiza-se entre cheios e vazios, entre a intimidade dos pátios e a amplitude do horizonte. Os espaços habitáveis prolongam-se para o exterior através de grandes planos de vidro, dissolvendo o limite entre dentro e fora.
A matéria é serena. O branco recebe a luz. A sombra desenha a profundidade.
Nada é excessivo. Nada é supérfluo.
Apenas uma casa para habitar o tempo, a paisagem e a vida.